1. - Qual é a diferença entre um rei e um ditador, Joãozinho?
- Bem, professor, o rei, todo mundo sabe, é filho do pai dele. o ditador não é.
2. Joãozinho pega uma foto antiga e pergunta pra mamãe:
- Manhe, quem é essa moça de branco e esse moço cabeludo e bigodudo ao lado dela?
A mãe responde:
- Essa aqui é a mamãe e esse é o papai...
- Esse é o papai? - perguntou assustado o garoto - Ue... então quem é esse careca que mora aqui
com a gente?
3. A professora mandou que a turma pegasse seus caderninhos de desenho, botasse em cima
das carteiras e desenhasse um pintinho.
De repente, a Mariazinha grita lá do fundo:
- Fessora, Joãozinho tá colando!
4. A vó tava na sala e o neto na porta da rua. De repente, a vó ouve os ganidos mais terríveis do
Mundo e corre para a janela. Lá está o netinho, com o canivete na mão, muito assustado, olhando
o cachorro que uiva como um louco.
- O que foi que você fez, Joãozinho?
- Ah, vó, eu vi os dois cachorrinhos amarrados. Fiquei com pena e cortei a cordinha!
5. Joãozinho chega pro pai e pergunta:
- Paiê, o senhor é o diabo?
- Que isso, meu filho, de onde você tirou esta idéia absurda?
- Por que assim que o senhor sai de casa, mamãe abre a porta pro vizinho e diz
PODE ENTRAR QUE O CHIFRUDO JÁ FOI!
6. Juquinha e Joãozinho na maior briga:
- Meu pai é melhor que o seu!
- É nada!
- Meu irmão é melhor que o seu!
- Droga nenhuma!
- Minha mãe é melhor que a sua!
- Bem... isso o meu pai vive dizendo!
8. A professora deu, no Dia das Mães, o seguinte tema: MÃE SÓ TEM UMA. E cada aluninho fez
a sua redação.
A Mariazinha levantou-se e contou a história do menino que caiu no rio, a mãe se jogou lá pra
salvá-lo e conseguiu trazer de volta pra margem, assim salvando a vida do menino e que daí
a moral da história é que "Mãe só tem uma!"
Palmas pra Mariazinha.
O Paulinho contou a história do menino que ia atravessando a rua, veio o ônibus e a mãe jogou
o moleque pra frente e acabou sendo atropelada e que o menino se salvou porque "Mãe só tem
uma!"
Palmas pro Paulinho.
Foi a vez do Joãozinho:
- Era uma vez um menino que tinha uma mãe e que estavam todos almoçando e, de repente,
faltou coca-cola na mesa. Aí a mãe virou-se pro menino e falou: "Meu filho, vai lá na cozinha
e traga duas garrafas de coca-cola que estão na geladeira". E o menininho foi lá e abriu a geladeira,
olhou lá dentro e gritou pra mãe na sala de jantar:
MÃE, SÓ TEM UMA!
9. A mãe está ali, sossegada, costurando, e, ao lado, a filhinha desenhando. De repente, a mãe olha
para o papel e o que vê? Aquilo que se convencionou chamar símbolo fálico, enorme, com aquelas
duas rodelas abaixo:
A mãe urra:
- Onde foi que você viu essa coisa, menina?
- Na sua mão, mamãe!
- Na minha mão, o cretina!
Abaixou o braço na menina e ainda a pôs de castigo à espera do pai chegar. Quando ele chega, a mãe
conta a história e o pai vai lá, cheio de psicologia:
- O que foi que você desenhou, que deixou sua mãe tão enfezada?
E a menininha, aos prantos:
- A tesoura!
10. Joãozinho está na banheira da sua casa tomando banho em companhia do primo. Tão lá os dois
na banheira, há mais de uma hora. De repente, surge a Mariazinha e diz:
- Posso brincar também?
- Pode não - responde o Joãozinho - você não está vendo que estamos brincando de submarino?
- E por que é que não posso brincar?
- Porque você não tem periscópio...
11. - Alô? É da escola? Eu estou ligando para avisar que o Juquinha está muito doente e não pode ir
à escola hoje!
- Sim, muito bem, quem está falando?
- É o meu pai!
12. O garotinho chega pra mãe:
- O que é fruto proibido?
E a mãe:
- É um abacaxi custar cinco reais!
13. O garotinho perguntou pra mãe que estava grávida:
- Por que esta barriga tão grande?
- Não é nada não, meu filho, são gases...
Passados dois meses, nasce o irmãozinho. Pedrinho vai ver o neném, chega perto todo sorridente
e saúda o maninho:
- Olá, Peidinho!
14. O garoto safado diz pra menina:
- Deixa eu botar meu dedinho no seu umbiguinho?
A menina diz:
- Isso aí não é o meu umbiguinho...!
- Tudo bem. Isso aqui também não é o meu dedinho...
15. A professora de Ciências estava dizendo que o coração é um órgão muito importante para o corpo humano:
- É um órgão vital, sem ele não viveríamos!
- Então quer dizer que se a gente ficar sem coração, morre? - pergunta o Juquinha.
- Isso mesmo, menino. A gente pode viver sem um braço, sem uma perna, mas sem coração a gente não vive nao.
Nisso, o garoto se levanta assustado e sai correndo.
- Ei, aonde você pensa que vai no meio da aula?
E o Juquinha:
- Vou dar um jeito de amarrar o meu coração com uma corda, barbante ou coisa parecida.
- Como assim, menino?
- É que ele tem pernas, professora, e pode se mandar de uma hora para outra.
- Mas que bobagem é essa, menino? De onde você tirou essa idéia maluca?
- É que outro dia eu escutei o papai falando lá no quarto da empregada:
ABRE AS PERNAS, CORAÇÃO!
16. - Mãe, luz tem gosto?
- Não, por que, meu filho?
- Porque ouvi papai falar pra empregada:
- Apaga a luz e chupa!
17. A garotinha de 13 anos chegou em casa e disse pra mãe:
- Mamãe, arrumei um namorado. Ele é alto, forte, bonito, olhos azuis,
só que é meio sem-vergonha!
- Como assim, sem-vergonha, minha filha?
- É que logo no primeiro dia de namoro já me pediu um beijo...
- No duro?
- Não, na boca!
18. Juquinha subiu até o velho sótão e foi bater um papo com a vovó.
- Vovó, o que é amante?
A avó leva um sustão, bate tremulamente na testa, e diz:
- Meu Deus do Céu!
Levanta-se toda apressadinha, sai se arrastando até um velho guarda-roupas,
cheio de teias de aranha, abre as portas rangentes e cai lá de dentro um esqueleto.
19. O garoto pega seus pais no maior beijo na cozinha e sapeca:
- Ah, safadinho, hein, pai? Vou contar pra empregada que você está beijando a mamãe!
20. Um dia, a professora pediu aos alunos que escrevessem uma composição que falasse
sobre Realeza, Religião e Sexo. Em dois minutos, Joãozinho entregou o seu trabalho e
foi saindo. A professora ainda tentou segurar o menino, mas ele era um gênio da síntese.
Na folha do seu caderno, estava a composição em duas linhas:
"E a rainha disse:
- Oh, meu Deus, que bom!"
21. A professora perguntou:
- Jorginho, do que você mais gosta?
- Papai do Céu!
- Muito bem. E você, Joaninha?
- Da mamãe.
- Legal, menina. E você, Juquinha?
- De futebol.
- Que beleza. E agora você, Joãozinho. De que mais gosta?
- De tu.
A professora ficou emocionada.
- Ai, que coisa linda. Estou muito alegre. Isso glorifica o meu trabalho e a minha própria vida.
Só por causa disso, vou lhe dar um presente. O que você quer ganhar?
- Uma tota-tola!
22. No cinema, o menino se vira para a mãe:
- Mãe, eu perdi a minha bolinha!
- Espera a sessão acabar e a gente procura.
- Não, eu quero a minha bolinha! Eu quero a minha bolinha!
- Sssshi!!!! Fica quieto, pô! - reclamaram as pessoas do cinema.
- Eu quero a minha bolinha! Eu quero a minha bolinha!
Acenderam-se as luzes do cinema e todo mundo passa a procurar a tal da bolinha e nada.
- Meu filho, ninguém achou a sua bolinha.
- Não faz mal, eu faço outra!
E enfiou o dedo no nariz.
23. A professora explicava:
- Anônimo é aquele que quer permanecer oculto. Às vezes, quer fazer uma crítica e não pode aparecer.
Nisso, uma voz lá do fundo ecoa:
- Fala, bruaca!
- Quem disse isto? - pergunta a professora, braba.
- Um anônimo!
24. A professora Marieta chegou na sala e falou:
- Hoje vamos ter aula de poesia. Juquinha, faz um verso para mim!
- Como é mesmo o nome da senhora?
- Marieta.
-" Caminhando pela praia,
Encontrei a Marieta
Veio a onda do mar
E molhou a sua canela."
E a professora:
- Ué, não rimou...
- É que a maré estava baixa.
25. Em frente àquela escola, havia uma placa:
- Motorista, devagar, não mate um estudante!
No dia seguinte, Joãozinho pendurou outra placa embaixo:
- Espere pela professora!
26. Chega o primeiro menino e diz:
- Que é que você vai pedir pra Papai Noel?
Segundo menino:
- Eu vou pedir um tampax.
- Um tampax? E por causa de quê?
- Sei lá, eu sei que com tampax você pode ir à praia, jogar vôlei, montar a cavalo...
27. Joãozinho saiu aflito do banheiro, chegou para a mãe, agarrou o avental, enroscou o dedinho e disse:
- Sabe, mãe...
Aí torceu o dedo médio em volta do avental:
- ...vê se a senhora...
E torceu o dedo do meio:
- ...compra pra nós...
E torcendo em volta do indicador:
- ...um papel higiênico mais resistente!
28. Estavam os trigêmeos batendo o seu papinho, enquanto não nasciam, quando falou o localizado mais ao fundo:
- Eu, quando crescer, quero ser médico, pra proteger os meus semelhantes, situados em posição menos feliz que a minha.
Disse o que estava no meio:
- Eu quero ser engenheiro, o rei do equilíbrio.
Disse o que estava na pontinha:
- Eu quero ser detetive.
- Detetive?
- Pra descobrir quem me cutuca toda noite!
29. Juquinha estava fazendo pipi no parque, passa o guarda e diz:
- Não faz xixi aí não, senão eu corto o seu pipiu!
O menino sai correndo e, quando chega do outro lado do parque, vê uma menininha também fazendo pipi. Ele olhou pra menina e grita apavorado:
- Credo! Esse guarda não brinca em serviço!
30. - Mãe, como é que a gente vem ao mundo?
E a mamãe:
- É a cegonha que traz.
- E quem traz o presente?
- É Papai Noel?
E o menininho:
- Mãeeee, precisa desse pai chato aí, enchendo o saco da gente?
31. A professora entra na sala e vê escrito no quadro-negro:
32. Os dois meninos estão brigando na sala de aula:
- Você é uma besta!
- Você é uma bicha!
E repete o primeiro:
- Você é a maior besta do colégio!
- Você é que é a maior bicha!
Aí o professor grita lá da frente:
- Vocês estão se esquecendo de mim?
33. A menininha chega para a mãe e conta:
- Mamãe, o pintinho do Joãozinho parece um amendoinzinho!
- Pequenininho?
- Não, salgadinho.
34. A menina entra apavorada em casa, chorando e a mãe pergunta:
- O que houve, minha filha?
- É que hoje teve aula de educação sexual e eu perguntei para a professora por onde o bebê sai e ela disse que é pelo mesmo lugar que o esperma entra.
- E qual é o problema?
- É que ontem brinquei de casinha com o Joãozinho e agora estou com medo de quebrar os dentes na hora do parto.
35. Estavam o Juquinha e a mãe tomando banho, quando o garoto perguntou:
- Mãe, me diz aí, por onde eu nasci, hein?
A mãe mostrou pra ele:
- Foi por aqui, meu filho.
Ele chegou mais perto, olhou bem o lugarzinho, olhou o outro, viu a distância e disse:
- Puxa, por pouco eu não nasço um cocô, hein?
36. O neto todo animado chamou a vovó:
- Avozinha, vem contar histórias pra mim!
A velha, muito carinhosa, pegou o netinho no colo, sentou-se em sua bela cadeira de espaldar alto, passou suavemente as mãos sobre os cabelos do netinho e começou:
- Era uma vez um velho filha da puta...
- Não, vovó - falou o netinho - não conta histórias do vovô.
A boa avozinha interrompeu a narrativa que começara e passou para outra:
- Era uma vez um cabaré da pesada lá no Mangue...
E o netinho:
- Isso, vovó, adoro as suas histórias!
37. A menininha chega para o menininho e pergunta:
- Adivinha o que tenho na mão?
- Humm... uma bala!
- Não. Nada disso.
- Ah, já sei, uma moeda!
- Não, errou.
- Então só pode ser uma bola de gude.
- Errou de novo.
- Então o que é?
- Paralisia infantil.
38. Dois garotinhos conversando:
- Joãozinho, por que é que o teu avô passa o dia todo lendo a Bíblia?
- Sei não... acho que ele está se preparando pras provas finais!
39. Joãozinho aproveita que está sozinho em casa com a avó, que dormia no sofá, e põe um filme pornô no vídeo-cassete.
Quando a velha acorda e olha pra tv, ainda sem óculos, pergunta:
- Virge! Que estranho! O que é isso que está passando?
- Nada não, vó... É só o Lula comendo banana!
40. João: - Como foi que eu nasci?
O pai nem esquentou:
- Eu e sua mãe encontramos você num pé de alface.
- E minha irmãzinha?
- Nós a encontramos numa roseira.
Tarde da noite, Joãozinho se levanta, vai na ponta dos pés até o quarto dos pais, e abre a porta de repente, exclamando:
- Praticando jardinagem, hein?
41. Duas crianças conversam:
- Eu tive a maior sorte de ter nascido sem problemas. Mamãe passou oito meses no hospital, quando estava me esperando.
- Eu tive mais sorte ainda de ter nascido com braços, troncos e pernas. Quando papai me fez, disse que ia ser só a cabecinha!
42. A professora entra na sala e dá de cara com aquele monte de cocô em cima da mesa. Indignada, ela pergunta quem fez aquilo e ninguém responde, é claro.
Aí ela teve uma idéia:
- Olha, nós vamos apagar a luz. Quem fez isso vai vir aqui e limpar tudo, voltar pra sua carteira e continua tudo como antes, ok?
Todos concordaram. A professora desligou a luz, ouviu passinhos se aproximando, um ruído sobre a mesa, depois outro ruído no quadro-negro e passinhos se afastando de volta à carteira.
A professora ainda esperou um pouco e acendeu a luz.
Só que levou o maior susto: ao lado do primeiro montinho de cocô havia agora um segundo montinho de cocô, novinho em folha. E, no quadro-negro, a frase misteriosa:
43. Chegou a professora pra turma e disse:
- Vamos fazer um teste de inteligência. Luizinho, qual é o bicho de 4 pernas, que sobe no telhado, dorme no fogão, faz miau tem bigode e uma azeitona no nariz?
- Azeitona? Não sei, nao fessora!
- É gato. A azeitona só botei pra complicar.
E continuando:
- E você, Juquinha? Me diz aí uma coisa que a gente coloca café, leite, tem um biquinho, uma tampinha em cima e uma ameixa em baixo.
- Ameixa? Sei não fessora!
- É bule, a ameixa só coloquei pra complicar.
E o Joãozinho:
- Ah, é? Fessora, me diga aí uma coisa que é roliça, tem uma ponta vermelha, as mulheres gostam de pôr na boca e tem duas bolas embaixo?
- O quê? Está expulso da classe, seu safado!
- Não, fessoraaaaaaa!!! É o baton!! As duas bolas só coloquei pra complicar!
44. A pudica vizinha, realmente teve o maior choque da sua vida. Pelo amor de Deus, aquilo era resposta que o Joaozinho lhe desse? Saiu de la chocada, arrasada. Convencida de que esse mundo era povoado de meninos degenerados, filhos de pais desgracados e torpes, desrespeitadores das lindas tardes de domingo, o dia do Senhor.
E que a vizinha bateu palmas e o Joaozinho atendeu. Ela perguntou onde estava o pai do Joaozinho e ele respondeu. Ai deu-se o maior choque.
Vamos contar do inicio.
Joaozinho era o mais velho de cinco irmaos inteiramente desesperados, cinco capetas sem igual. A vizinhanca ja conhecia a fama dos meninos, capazes das travessuras mais fantasticas de que toda a lenda do bairro permitia.
Um dia, os safados dos meninos resolveram excursionar pelo telhado da casa onde moravam. Andaram pelo forro e transitaram pelo vao que existe entre o forro e o teto e acabaram em cima do quarto dos pais e nao sabiam mais como voltar.
Resolveram ver o que os pais estavam fazendo, la embaixo no quarto. Os pais nao estavam fazendo nada e eles la em cima, sem saber como e que iam fazer para descer. Pelo teto, as telhas estavam todas quebradas. A escada tinha caido la em baixo. E o unico lugar possivel era, justamente, no quarto dos pais.
Eles fizeram um buraco no teto e desceram pra dentro da casa. Os pais descobriram a travessura e enm se tocaram mais. O velho chegou pra velha e disse: "Vamos la, ajeitar o rombo que os capetinhas fizeram no teto".
E pegaram martelo e madeira e foram pro quarto ajeitar o rombo. E nao tinham escada que coubesse dentro de casa. A mulher subiu no ombro do marido, mas nao tinha jeito pra arrumar o forro. Mas, dedicada e corajosa, ela decidiu que a unica solucao era ele, o marido, subir no ombro dela pra consertar o forro. E ele subiu, de fato, de sarrafo e martelo e comecou o trabalho. Foi quando bateram na porta.
Ela bateu, bateu, bateu, e gritou "Nao tem ninguem em casa?" Foi ai que o Joaozinho resolveu atender, apesar de muito assustado com o que poderia lhe acontecer, depois que o pai consertasse o forro.
-Sim, senhora?
E a vizinha:
-Onde voces estavam, meninos?
E o Joaozinho:
-Nos tava la no forro, em cima do quarto da mae mais do pai, vendo o que os dois estavam fazendo ca embaixo.
-E cade seu pai?
-Ta la no quarto, trepado na mae, tapando o buraco por onde nos saiu!
Foi ai que a vizinha teve o maior choque da sua vida.