1. Futebol entre os insetos. As formigas perdem feio pras aranhas. O primeiro tempo termina em oito
a zero. O problema est� no n�mero de pernas.
No segundo tempo, entra a centop�ia no time das formigas, que reage e empata.
- Por que ela n�o jogou logo no primeiro tempo? - quis saber um rep�rter.
- Porque estava cal�ando as chuteiras!
2. GALO - Querida, estou desconfiado da sua amizade com o papagaio...
GALINHA - Que isso! Deixa de ser bobo! � apenas uma amizade, e nada mais!
GALO - Ent�o como voc� me explica aquele ovo verde?
3. O cara vinha com um pacote de maconha debaixo do bra�o e a pol�cia atr�s dele.
Entra num beco e a pol�cia atr�s dele. V� um bueiro e joga o pacote l� dentro pra se
livrar do flagrante.
Nisso, chega a pol�cia e v� dois ratinhos saindo do bueiro, com os olhos bem vermelhos,
pagando geral:
- Cad� o gato? Cad� o gato, porra!
4. A garota est� voltando pra casa, depois de ter dado um duro danado no emprego, quando
aparece um sapo e diz:
- Oi, senhorita, me d� um beijo! Eu sou um empres�rio de sucesso, executivo de uma grande
multinacional, transformado num sapo por uma bruxa. Me d� um beijo, que lhe dou a metade
da minha fortuna, o que voc� quiser...
a mo�a se abaixa, cata o sapo e joga na bolsa. O sapo come�a a berrar:
- Pera�, cad� o meu beijo?
E a mo�a:
- T� pensando que sou besta de ir na conversa de marmanjo? Vou � ganhar uma nota preta
com um sapo falante!
5. Uma galinha � quase atropelada por um carro. Foi pena pra tudo que � lado. Levant>
Transfer interrupted!
z:
- Puxa, esse galo novo � uma parada!
6. O menino estava barrigud�o, cheio de lombrigas. Estava sendo levado ao m�dico, quando o chefe das lombrigas descobriu tudo. Reuniu a galera e falou:
- Olha, a situa��o � grave. A m�e do menino descobriu que somos n�s que estamos parasitando ele e t� levando ele ao m�dico. J� mandei o James Lomba, o nosso espi�o, l� em cima para escutar a conversa. Aguardem as ordens.
O menino estava sendo examinado pelo doutor, que dizia:
- Madame, amanh� o seu menino vai estar bonzinho. D� esse comprimido pra ele �s cinco da manh�. �s seis, prepara o vaso que ele vai soltar todas as bichas.
A m�e agradeceu, pegou o rem�dio e rumou pra casa. Ent�o, a lombriga espi� correu pro chefe:
- Chefe, manda o pessoal preparar as trouxas, que vamos partir pela cagada das seis!
7. A velha jib�ia, aquela que j� tinha trabalhado anos e anos na mala do ambulante l� da Uruguaiana, foi dispensada ou fugira prum rio. O certo � que ela estava descansando numa sombra, quando chegaram dois pescadores:
- Ihhhh... rapaz, como � que vamos pescar um peixe nesse rio, se voc� se esqueceu da isca?
E batendo papo ali, quase trope�aram na jib�ia, que estava com um sapo na boca.
- Caramba, achei a nossa isca! - disse um dos pescadores.
Pegaram uma forquilha de madeira, tiraram o sapo da boca da goela da jib�ia e j� ima levando ela pro rio, quando um deles falou:
- Rapaz, olha como a coitada da cobra est� triste...
- Que � que a gente faz?
- O seguinte: me d� essa garrafa de cacha�a a� na sacola.
Eles pegaram a forquilha de novo, abriram a goela da bicha e derramaram meia garrafa de cacha�a l� dentro.
- Pelo menos, ela fica a� jiboiando um pilequinho, nem vai se lembrar do sapo.
Foram para o rio e come�aram a pescaria. Algum tempo depois, um deles sente alguma coisa ro�ando a sua perna, olha pra baixo e leva o maior susto.
Era a jib�ia, olhando pra ele com o olhar mais comprido do mundo.
E com outro sapo na boca.
8. �poca da P�scoa, dos ovos coloridos.
O galo estava preocupado, ouvindo o pessoal falar da P�scoa, nos ovos de P�scoa. Chegou o dia e ele entrou na casa e foi l� ver os ditos ovos.
Levou o maior susto. Tinha ovo vermelho, azul amarelo, verde...N�o conversou, saiu de casa e foi l� fora dar um pau no pav�o.
9. A madame tinha uma cachorrinha acostumada a dar os seus passeios pela rua, mas ela cresceu e come�ou a atrair a aten��o dos cachorros do local. A madame ficou preocupada, at� que teve uma id�ia genial: pediu � empregada um chuma�o de algod�o embebido em gasolina e passou na traseira da cachorrinha, para evitar aquele tradicional cheira-cheira dos cachorros mal-intencionados.
A experi�ncia foi um sucesso, at� que um dia, quando a madame estava lendo o jornal, ouve a empregada gritar:
- Madame, vem depressa aqui...
E continuando:
- A gasolina acabou e a Katita voltou rebocada!
10. Aquela mo�a passou uma temporada na �frica e dormiu com o gorila. Volta gr�vida para casa. Nove meses depois, tem o beb�. Logo que melhora do parto, pede para a enfermeira mostrar o nen�.
- Espera um pouco, madame. Vamos deixar o danadinho descer do lustre.
11. Era uma vez um pardalzinho que odiava ter que voar para o sul por causa do inverno. Ficava t�o apavorado com a id�ia de deixar seu lar, que decidiu adiar a viagem at� o �ltimo momento poss�vel. Depois de se despedir carinhosamente dos seus amigos pardais que partiram, voltou ao ninho e ficou por l� ainda umas duas semanas.
Finalmente, o tempo se tornou t�o desesperadamente frio, que ele n�o teve mais d�vidas, partiu e iniciou o seu v�o rumo ao sul.
S� que come�ou a chover, rapidamente come�ou a formar gelo nas suas asas. Quase morto de frio e exaust�o, foi perdendo altura e caiu por terra no p�tio de uma estrebaria. quando estava exalando o que pensava ser seu �ltimo suspiro, veio um cavalo e cobriu o pardalzinho de merda.
A princ�pio, o pardalzinho n�o podia pensar noutra coisa, a n�o ser naquele modo horr�vel de morrer, todo cagado. Por�m, quando a merda come�ou a subir e penetrar nas suas penas, aquela passou a aquec�-la e a vida come�ou a voltar a seu corpo. Ele descobriu que tinha espa�o suficiente para respirar. Subitamente o pardalzinho sentiu-se feliz e come�ou a cantar.
Naquele instante, um gato entrou na estrebaria, ouviu o gorjeio do passarinho, remexeu no monte de merda para descobrir de onde vinha o som. O gato descobriu a ave e a comeu.
Essa hist�ria tem quatro ensinamentos morais:
a) Nem sempre quem caga em cima de voc� � seu inimigo.
b) Nem sempre quem tira voc� da merda � seu amigo.
c) Desde que voc� se sinta quente e confort�vel, mesmo que seja um monte de merda, conserve o bico fechado.
d) Quem est� na merda, n�o canta.
12. O veterin�rio atende o telefone no meio da madrugada e ouve uma voz aflita do outro lado da linha:
- Doutor, � a minha cachorrinha! - come�a a senhora com respira��o ofegante. - Um viralatas entrou no meu quintal e subiu em cima dela. Como eu fa�o para separ�-los?
- A senhora faz o seguinte - explicou o veterin�rio, sem disfar�ar o seu mau humor - coloque-os perto do aparelho telef�nico, vai at� o orelh�o mais pr�ximo e disca para a sua casa. Quando eles ouvirem, v�o se separar!
- O senhor acha que isso realmente funciona?
- Bem, comigo funcionou!
13. O cidad�o estava desconfiado que a mulher o estava traindo. Para poder
investigar, resolveu comprar um cachorro adestrado que sabia atender
o telefone e responder duas perguntas:
- Ela est� acompanhada?
Resposta: AU
- �homem?
Resposta: AU AU
Isto parecia suficiente.
Durante uma viagem, resolveu tirar suas d�vidas. Ligou para casa
e o cachorro atendeu.
- Ela est� acompanhada?
E o c�o:
- AU
- � homem?
- AU AU
Fulo de raiva, n�o se conteve:
- O que � que eles est�o fazendo??
- Arf! Arf! Arf! Arf!
- H� quanto tempo?
- AUUUUUUUUUUUUUUUU...
14. Tinha um gato correndo atr�s do rato, at� que este
conseguiu entrar num buraco. Ficou l� esperando o gato
ir embora, at� que ouviu:
- Au! Au! Au! Miauuuu!!!
Ent�o pensou: "Bem, agora que o cachorro pegou o gato,
acho que posso ir embora."
Assim que saiu do buraco, o gato rapidamente pegou o rato.
- Po, mas n�o tinha um cachorro aqui?
- Ah, meu filho, no mundo de hoje quem n�o for
poliglota t� fu!
15. Um cachorro daqueles bem grandes pegou uma baita diarr�ia que n�o parava
de jeito nenhum. Era coc� pra tudo que � lado e como fedia.
Para tentar resolver o problema do Tot�, o seu dono s� teve um jeito:
tampou o local com uma rolha, jogou-o no porta-malas e se pirulitou pro
veterinario.
S� que, no meio do caminho, o cara avista um macaquinho, uma gracinha de
bicho, fazendo piruetas na arvore. Desceu do carro, apanhou o bicho e
jogou no porta-malas, junto com o Tot�.
Ao chegar ao veterin�rio, o carro exalava um fedor insuport�vel de coc�.
Mas fedia tanto que o pr�prio veterinario se assustou. E a�, ent�o, ao
abrirem o porta-malas, viram que estava tudo inundado de coco, e o
macaquinho, coitado, coma m�o no nariz e os olhos arregalados, tentando
enfiar a rolha de volta pro lugar.
16. Numa praia de nudismo dois grilos passam para irem pra suas casas,
quando, de repente, come�a uma forte tempestade de areia. Na tentativa
de abrigar-se, um deles olha para aquele lugarzinho de uma mulher que
est� se bronzeando e diz:
-Vamos entrar naquela caverna!
E o outro:
-Deixa de ser bobo, s� mais um pouco e estaremos em casa.
O outro grilo, sem dar import�ncia entra na tal caverna. Ele estava
muito bem, at� chegar o namorado da mulher, que n�o resistiu e acabou
transando com ela.
No dia seguinte, o grilo que havia ido pra casa, voltou a praia e
encontrou o seu amigo todo arrebentado na areia e logo perguntou o que
havia acontecido. Ele, gemendo de dor, respondeu:
-Aaaiii, eu estava numa boa dentro da caverna, at� entrar um soldado
ignorante, de capacete vermelho, que foi logo me empurrando e me dando
tanta porrada na cabe�a, que s� foi parar quando passou mal e vomitou
tudo em cima de mim...
O outro grilo pergunta assustado:
- E porque � que voc� n�o saiu correndo?
- � porque o desgra�ado deixou a mochila do lado de fora! Bem na entrada!
17. O circo havia chegado �quela pequena cidade do interior. O domador do
gorila j� estava a tr�s meses sem ver mulher. Ent�o procurou um bordel,
mas como n�o tinha onde deixar o gorila, levou-o junto.
Chegando l� conversou com a dona do estabelecimento.E ela
concordou, dizendo:
- Amarre este bicho no p� da mesa e depois que acabar
voc� leva ele.
O domador procurou uma das mo�as e se tratou, mas, no meio da tarefa,
acabou a luz. Ao terminar ele pegou o gorila e foi embora.A mo�a que
estava com o domador falou ent�o com a colega do quarto ao lado:
- Mas que animal este domador, subiu em cima de mim, me deu uma e nem
tirou as cal�as.
E a colega:
- Pior foi o amigo dele, veio de casaco de pele, arrastando uma mesa, me
deu cinco e ainda saiu rosnando.
18. Dois animais a caminhar na floresta, um coelho e uma serpente...
De repente, ambos se chocam...
Coelho - quem esta ai?
Serpente - eu, oras!
Coelho - quem?
Cerpente - n�o sei que animal, sou cego de nascen�a...
Coelho - eu tamb�m, mas se voc� me ajudar, descobriremos nossas identidades.
Toque meu corpo e me descreva!
Serpente - ok... bom, voc� tem o corpo felpudo, com duas orelhas grandes e
pontudas, dois dentes enormes e um rabo que parece um pompom...
Voc� � um coelho!!!
Coelho - bom, j� voc� tem uma pele asqueirosa, um corpo esguio, duas presas
e uma l�ngua bifurcada... voc� deve ser um advogado!!!
19. A tartaruguinha contando para o m�dico da floresta:
- Estou muito chateada, doutor... meu marido, o tartarugo, est� com
ejacula��o precoce!
- � mesmo? E quanto tempo ele leva na rela��o?
- Ihhh... �s vezes n�o leva nem quatro horas...
20. Um grupo de circo chega pra uma temporada numa cidade bem atrasada que nunca tinha visto um elefante, quando desabou um tremendo temporal.
Assustado com os trov�es e raios que cruzavam os c�us enlouquecidos, o elefante fugiu do circo.
No dia seguinte, o delegado recebeu um telefonema:
- Venha aqui depressa - pedia aflita uma senhora. - H� um animal enorme e esquisito na minha horta. Ele esta arrancando os repolhos com o rabo!
- E o que ele esta fazendo com os repolhos? - quis saber o policial.
- Ah, se eu disser, o senhor n�o vai acreditar!