PIADAS DE PORTUGUÊS II


1. No consultório daquele famoso ginecologista português havia a seguinte inscrição:

CONSULTÓRIO DO DR. JOAQUIM MANUEL,
ESPIÃO DA CASA DO QUERELHO


2. Por que cachorro de português tem a cara amassada?
- Porque corre atrás de carro parado.


3. Nostalgia Lusitana:

"Saudade, não é dor que se guarde
dentro de um barril de quervalho.
Saudade dói mais que injeção na veia,
saudade dói pra queralho!"


4. O portuga não conseguia arrumar mulher de jeito nenhum. Além de ser mais feio do que o mapa do inferno, era extremamente tímido.
Conversando com um gajo daqui do Rio, perguntou:
- Como eu faço pra transar uma cachopa?
- É simples, cara, você tem que dar um toque na garota... Tem que dizer uma coisa romântica pra ela. Aí, se ela gostar, ela te dá.
O portuga ficou então todo animado e, de noite, no clube, ficou na paquera de uma garotinha sensacional. Não tirava os olhos dela, pronto para o bote. Até que ela saiu do salão e foi ao banheiro. O portuga para bem na porta do banheiro e espera, pronto pro ataque.
Uns cinco minutos depois, ela vem saindo.
Aí vem a cantada:
- Psiuuu!!!
A garota olha e ele arremata:
- Dando uma quegadinha, hem?


5. Menelzinho e seu cachorro Rex iam a escola juntos, todos os dias, ano após ano, durante 5 anos. Quem quisesse vê-los juntos era só ir para a janela de manhã cedo, que às 7h passavam os dois, Menelzinho e Rex.
Até que um dia Menelzinho passou a ir a escola sozinho, e todo mundo reparou:
- Mas o que houve? O cachorrinho morreu?
E o Menelzinho:
- Não...ele se furmou!


6. Menelzinho estava brincando no quintal quando, de repente, levou um tombo e cai com a cabeça num monte de coco.
Ao ver o garoto com a cabeça cheia daquilo, grita apavorado:
- Meria, acode cá! Menelzinho fraturou o crânio!


6. - Sabe que inauguraram a filial do Banco de Boston em Lisboa e deu a maior confusão?
-Por que?
-Um tal de seu Manel... queria depositar logo uns dois quilos!


7. Manel conversava com o Joaquim e o assunto era "mulheres infiéis":
- Olha, Jaquim, eu tenho fé em Deus que um dia há de caire uma chuva tão forte, tão forte, mas tão forte, que carregará todos os cornos daqui pra fora da cidade!
Mas Meria protesta:
-Não fales assim, Menel! Já te esqueceste que não sabes nadaire?


8. Entra um freguês com pinta de bacana e pede:
- Uma empadinha, por favor!
Seu Manel traz a empada no meio de uma grande bandeja e orienta:
- Esta bandeja é pra eparaire os ferelos!
- Excelente! Estou vendo que esta lanchonete prima pela higiene. Nas outras, a gente come uma empada e os farelos ficam pelo chão. Aqui, pelo que estou vendo, o senhor recolhe os farelos pra depois jogar no lixo, não é?
- Negativo! Os ferelos voltam pra misturaire na ferofa!


9. O português estava assistindo ao Jornal Nacional quando, de repente, uma notícia o interessou. Falava de um cara que matou a sogra e a enterrou no chão da sala e só agora, 25 anos depois, é que descobriram. O gajo ficou pensando muito naquilo.
- Caralhu! Eu também poderia matar a megera da minha sogra e enterrar na sala. Até descobrirem, já estarei morto, colocado que tenho 50 anos... E armou a arapuca. Chamou a sogra para um jantar. Na primeira oportunidade - vapt! - Lenhada na cabeça da velha, que logo foi enterrada na sala. Meia hora depois, toca a campainha do portuga. Era a policia, que avisou:
- O senor está preso por assassinar a sogra!
- Mas, mas, mas...
- Nada de mas, já para o carro!
Na delegacia, o gajo, desconsolado, esbravejava:
- Eu vi na TV, um cara fez a mesma coisa e demorou 25 anos para ser descoberto! Como vocês me descobriram tão rapido?
- O lance é que ele não morava no segundo andar...


10. Seu Manel precisou operar a garganta e, logo depois da operação, o médico aconselhou:
- Seu Manel, o senhor não pode falar! Está aqui um bloco e um lápis. Tudo o que o senhor quiser e só escrever aqui, tá entendido?
Seu Manel pegou o bloco e o lápis e foi pra casa. Só que lá pelas tantas sentiu uma forte dor de barriga e...
- Meria, escreva neste bloco que quero cagaire!


11. Manoel foi escorregar no tobogã.
-Como é que eu faço?
-O senhor sobe lá, senta em cima do saco e escorrega.
-Bain, é simples.
Manoel subiu lá em cima, fez o que lhe mandaram e morreu roxinho.


12. É a história da bichinha que, numa noite de chuva, pega o táxi do seu Manuel pra ir pro teatro, toda atrasada:
- Depressa, querido! Voa pro teatro que a fadinha esta atrasadíssima hoje!
- Fadinha, é? - pergunta o Manuel.
- Claro! A rainha da floresta encantada. Anda que a peça não pode começar sem a fadinha.
O Manoel fez aquela cara de deboche e mandou ver.
- Mais depressa, galegão. Você quer que a sua fadinha perca o emprego?
O Manoel já estava de saco que não cabia entre o volante e o banco. E a fadinha batendo nas costas dele com as mãos fechadas:
- Anda, cravo vermelho, anda!
E chegaram finalmente ao teatro. a bichona abriu a porta e saiu voando. E, ao sair correndo, esqueceu o quarda-chuva no banco de trás. O Manoel notou:
- Ei...fadinha...Venha cá!
- O que foi? - falou ela toda afobada de lá.
- Tu esqueceste teu guarda-chuva.
A bicha voltou até o carro, o português pegou o guarda-chuva e entregou a ela pelo cabo:
-Toma a tua varinha de condão, fadinha.
A bicha segurou o guarda-chuva, olhou pro português, esticou o braço, levantou o outro e, num gesto de balé, a cabeça sobre os ombros, toda enfezadinha, tocou o português com a ponta do guarda-chuva:
- Vire bosta!


13. O portuga acabou de comprar um carro novo e sai dirigindo fazendo um monte de barberagem. Não deu outra. Logo o guarda para o portuga e diz:
- Bonito, né?
E o portuga:
- É... O carro é bonito e muito veloz!
- E cadê o cinto de seguranca?
E a Maria responde no lugar do Manuel:
- Está lá atrás, segurando o botijão de gás!
O guarda:
- Então vou tirar a carteira do motorista:
E a Maria toda contente:
- Que merevilha, seu guarda, faz tempo que o Manel está a tentaire tirar esta carteira, mas nunca passou nos exames!


14. A demolição da casa antiga já está quase no fim, quando os pedreiros descobriram um esqueleto atrás de uma parede.
Lentamente foram retirando os ossos do meio dos escombros, quando acharam, ainda pendurada no pescoço da misteriosa caveira, uma medalha toda coberta de pó, onde puderam ler os seguintes dizeres:

MANOEL JOAQUIM PEREIRA
CAMPEAO MUNDIAL DE ESCONDE-ESCONDE
1903


15. Num elevador lotado e sem um ventilador sequer, Manel solta um sonoro pum, bem forte e fedorento. Um senhor então protesta:
- Seu mal educado! Você não consegue se segurar numa situação destas?
- Não, sinhoire... por que? O sinhoire consegue?
- Claro que consigo!
E o Manel abrindo bem as pernas e deixando sair outro mais pesado ainda:
- Então segura esse aí!


16. O português resolveu se casar com uma cabrocha virgem, mas de virgem nem a menina dos olhos.
A Maria foi buscar os conselhos da mãe:
- É simples, menina, o Manuel entende de mulher o mesmo que eu entendo de missa. Na noite de núpcias, você coloca um caranguejo lá embaixo e vais veire que tudo vai dar certo.
Maria casou com Manuel e seguiu o conselho da mãe: na primeira noite, pegou um baita caranguejo e colocou na vagina. E chega o grande momento: mal o português põe o pinto - crau!!!
O caranguejo ferra-lhe a presa com tanta força que quase lhe decepa o bráulio. O Manuel firme, achando que a dor era natural.
Mais tarde, Maria vai ao banheiro. Depois de alguns minutos, volta ao leito nupcial e vê o portuga pelado, pulando feito doido com o caranguejo pendurado no pipiu e gritando:
-Sai, cabaço! Sai, cabaço!


17. O português finalmente se casou. Na noite de núpcias, mal entraram no quarto, a moça se virou pra ele e disse:
- Tenho uma revelação...
- Então fales logo, o gaja!
- E que não sou virgem...
- Diabos me interessaire?
E continuando:
- Pur acaso meu signo e áires. Ele não combina com o teu?


18. O sargento da tropa portuguesa reuniu os soldados no pátio e berrou:
- Emanhã vai haveire ordem unida! Prestem atenção: se choveire de menhã a ordem unida será à tarde. Purém, se choveire à tarde, será de menhã!


19. Seu Manel resolveu levar Menelzinho para passear no jardim zoológico e o guri ficou encantado com o leão, o tigre, os macacos.
Só que, quando passaram diante de uma jaula imensa, perceberam que a porta estava aberta e nela um cartaz anunciava: TINTA FRESCA.
Foi aí que Manel agarrou Menelzinho pela mão e saiu correndo gritando:
- Corram todos! Tinta Fresca fugiu!


20. Em Lisboa, o órgão que estuda os movimentos sísmicos em território português avisa ao prefeito de Guimarães que abalos de proporções alarmantes poderiam ocorrer naquela região e o telegrama assim dizia:

Senhoire Prifeito, movimento telúrico em
formação. Epicentro na sua zona. Tome
providências. Aguardamos resposta urgente.


Passados alguns dias, o diretor do órgão recebe telegrama do prefeito com o seguinte teor:

As pruvidências já foram tumadas. Movimento
telúrico já foi desbaratado. Epicentro
encontra-se preso. Já fechamos a zona e não
foi possível respondê-lo antes devido a um
baita dum terremoto que desquerelhou a
cidade inteira.


21. O português chega ao bar puxando um burro pela corda. Nisso alguém pergunta:
- Onde você conseguiu esse animal?
E o burro, rápido:
- Em Lisboa!


22. Na realização da primeira missa no Brasil, D. Henrique Soares Coimbra mandou armar um altar no meio do mato e celebrou a fundação do Brasil. Juntou ali portugueses e índios e na hora do sermão falou que, naquele momento, Portugal fundava um país enorme, que ia crescer, progredir etc etc etc.
E só imaginar o quadro: todo mundo ali, prestando atenção na missa, e, cá na frente, em primeiro plano, um velho cacique, balançando a cabeça e dizendo baixinho:
- Não vai dar certo... não vai dar certo...


23. Um turco pegou dinheiro emprestado de um judeu, acontece que o turco se gabava de nunca ter pago uma dívida sequer e por outro lado o judeu nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma. Passa o tempo e o turco enrolando e se escondendo do judeu e este na captura do turco. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português e começaram uma discussão. O Turco encurralado não encontrou outra saída, pegou um revólver encostou na sua cabeça e disse:
- Eu posso ir para o inferno, mas não pago esta dívida.
E puxou o gatilho, caindo morto no chão. O Judeu não quis deixar por menos, pegou o revólver do chão, encostou na sua cabeça e disse:
- Eu vou receber esta dívida, nem que seja no inferno.
E puxou o gatilho, caindo morto no chão. O Português, que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou na sua cabeça e disse:
- Pois eu, não perco esta briga por nada...